Caro(a) Companheiro(a)
Como é do seu conhecimento, no próximo dia 3 de Março (Sábado), entre as 17h e as 23h, na sede da sua secção, vão decorrer as eleições para o Presidência da Comissão Politica Nacional e para os Delegados ao 34.º Congresso Nacional do Partido Social Democrata.
Mais uma vez os militantes do PSD, e em particular os do distrito do Porto, são chamados a participar ativamente neste ato que escolherá o Presidente do PSD para o próximo mandato e os representantes do seu concelho no próximo congresso que se avizinha (23, 24 e 25 de Março), congresso esse, que será muito importante pelas alterações estatutárias e programáticas que serão implementadas.
Nesse sentido, venho apelar à sua participação no ato eleitoral de 3 de Março, colaborando assim, para que o distrito do Porto, seja mais uma vez marca de unidade e mobilização em torno do nosso partido, principalmente nesta época conturbada e difícil em que o PSD foi chamado a governar Portugal.
Estou certo de que o(a) Companheiro(a) não deixará, mais uma vez, de participar ativamente na vida interna do Partido Social Democrata.
Saudações sociais democratas.
Virgílio Macedo
(Presidente da CPD PSD Porto)
20120229
20120216
20120118
psd distrital > ELEIÇÕES DIRETAS
Caro(a) Companheiro(a),
COMO É DO SEU CONHECIMENTO, NO PRÓXIMO DIA 3 DE MARÇO (SÁBADO), VÃO DECORRER AS ELEIÇÕES DIRETAS PARA O PRESIDENTE DO PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA E A RESPECTIVA ELEIÇÃO DOS DELEGADOS AO CONGRESSO DO PARTIDO QUE SE REALIZARÁ EM LISBOA, NOS PRÓXIMOS DIAS 23, 24 E 25 DE MARÇO.
É tradição do Distrito do Porto ter uma larga participação nos actos eleitorais, provando também aqui, que somos a maior Distrital do País.
Temos, todos juntos, dado sinais de forte mobilização e empenho na unidade do nosso PSD.
Assim, é muito importante mais uma vez, e neste período difícil que Portugal atravessa, sermos solidários com o partido que é a base do actual Governo.
Um partido mais forte e mais participativo, implica por certo um Governo também mais vigoroso para enfrentar as difíceis adversidades que terá neste ano de 2012.
Temos também que dar o exemplo através da nossa participação ativa nos actos eleitorais internos do PSD.
Temos também que dar o exemplo através da nossa participação ativa nos actos eleitorais internos do PSD.
Desta forma, vimos por este meio informar, que cada militante terá que ter as quotas pagas para participar nos actos eleitorais do PSD. Para isso, deverá em tempo útil, e em caso de dívida, regularizar a sua quota de militante.
NESSE SENTIDO, DEVERÁ REGULARIZAR O PAGAMENTO ATÉ TERÇA-FEIRA, DIA 17 DE JANEIRO DE 2012.
Poderá regularizar a sua quota da seguinte forma:
ENVIO DE CHEQUE (INDIVIDUAL OU AGREGADO FAMILIAR), à ordem do PSD, com o valor total da quota em atraso, no verso do cheque deverá ser colocado o seu n.º de militante, e enviar para:
PSD, Rua S. Caetano, 9, 1249-087 Lisboa
Terá de ser recepcionado pela sede nacional em 17/01/2012
NESSE SENTIDO, DEVERÁ REGULARIZAR O PAGAMENTO ATÉ TERÇA-FEIRA, DIA 17 DE JANEIRO DE 2012.
Poderá regularizar a sua quota da seguinte forma:
ENVIO DE CHEQUE (INDIVIDUAL OU AGREGADO FAMILIAR), à ordem do PSD, com o valor total da quota em atraso, no verso do cheque deverá ser colocado o seu n.º de militante, e enviar para:
PSD, Rua S. Caetano, 9, 1249-087 Lisboa
Terá de ser recepcionado pela sede nacional em 17/01/2012
ENVIO DE VALE POSTAL (INDIVIDUAL), no valor da quota em atraso, no verso do vale deverá colocado o seu n.º de militante, e enviar para:
PSD, Rua S. Caetano, 9, 1249-087 Lisboa
Terá de ser recepcionado pela sede nacional em 17/01/2012
PSD, Rua S. Caetano, 9, 1249-087 Lisboa
Terá de ser recepcionado pela sede nacional em 17/01/2012
POR MULTIBANCO, até às 24h00, do dia 17 de Janeiro
Opções/ Pagamento de compras/ Entidade: 20643/ Referencia: n.º de militante com zeros às esquerda até perfazer nove algarismos (Ex. 000 212 121)/Valor: quota em atraso
Opções/ Pagamento de compras/ Entidade: 20643/ Referencia: n.º de militante com zeros às esquerda até perfazer nove algarismos (Ex. 000 212 121)/Valor: quota em atraso
Pagamento até às 24h, do dia 17/01/2012
OS MILITANTES QUE SE ENCONTREM DESEMPREGADOS, podem pedir a isenção de pagamento de quota renovável anualmente, através de um requerimento apresentar ao Secretário Geral do PSD, juntando ainda, cópia de um comprovativo da situação.
OS MILITANTES REFORMADOS, com uma pensão de valor inferior ou igual ao salário mínimo também podem pedir isenção de pagamento de quota, através de um requerimento apresentar ao Secretário Geral do PSD, juntando ainda, cópia de um comprovativo da situação.
Valor da quota:
Para o PSD: 12€ (um ano); 24€ (dois anos)
Para a JSD: 6€ (um ano); 12€ (dois anos)
Com estima e consideração, despedimo-nos com as melhores saudações
Com estima e consideração, despedimo-nos com as melhores saudações
Sociais Democratas.
20120108
20111226
20111128
20111120
opinião > PAULO RAMALHO
CHEGOU A HORA DA VERDADE, DAS CONTAS SIMPLES...
Que as contas públicas apresentavam, ano após ano, défice, e que o país continuava a endividar-se todos os dias, já os portugueses o sabiam e tinham-se mesmo habituado a conviver pacificamente com tal realidade. De tal forma, que sempre que alguém alertava para a gravidade da “coisa” e das consequências que essa realidade poderia gerar, normalmente era ignorado e quantas vezes até desconsiderado. Veja-se Manuela Ferreira Leite, cujo discurso era sucessivamente considerado demasiado deprimente quando comparado com o de José Sócrates, esse fantástico fazedor de ilusões…
Agora, que chegaria o dia em que direitos tidos “por adquiridos”, como os subsídios de Natal e de Férias, deixariam de existir, essa é que era uma realidade que a grande maioria dos portugueses não esperava e julgava mesmo nunca vir a acontecer. E mesmo o espectro da “bancarrota”era algo que não merecia especial preocupação. Afinal, fazíamos parte da União Europeia, da moeda única, pelo que no limite, sempre teríamos a protecção daquela, que tudo resolveria…
O país vivia largamente acima das suas possibilidades, mas os portugueses não tinham verdadeira consciência dessa realidade, e muito menos das consequências que tal lhes poderia acarretar. O que em certa medida até se compreende, pois a generalidade dos portugueses até auferia salários bem inferiores aos praticados na maioria dos países da União Europeia.
Entretanto, chegou a Troika, um novo Governo, e agudizou-se a crise grega. E de um momento para o outro, os portugueses são confrontados com a frieza da realidade: o desequilíbrio das nossas contas públicas é muito maior do que se julgava, a dívida do Estado tem que ser mesmo paga e a Europa Unida, afinal, não é tão solidária como parecia.
Ou seja, chegou a hora da verdade, das contas simples, do “deve e haver”. Sem espaço nem tempo para ensaios económicos de grande complexidade e muito menos, para mais experiências de engenharia financeira. Essa “engenharia”, que quase sempre produzida por mentes brilhantes e sofisticadas, foi, provavelmente, a grande responsável pela situação a que chegamos, ao ter alimentado, durante anos e anos, uma aparência de verdade frequentemente distante da realidade, pelo menos daquela com que agora estamos a ser confrontados: a dos números, “puros e duros”.
E aos Portugueses, independentemente da sua quota de responsabilidade pelo estado a que chegou o país, não resta alternativa que não seja, trabalhar mais, esquecer os ditos direitos que tinham “por adquiridos” e adiar por muitos anos, o sonho de beneficiarem de um nível de vida similar ao dos seus congéneres da maioria dos países da União Europeia…
20111108
20111022
opinião > PEDRO DE ALBUQUERQUE E CÔRTE-REAL
O cumprimento dos objectivos definidos pela Troika para o défice e para a dívida, embora de extrema importância, por si só não chega para a resolução dos graves problemas económicos e sociais do país. Terá que existir paralelamente um plano de acção governamental para o relançamento do crescimento económico.
Para tal será necessário eliminar as distorções do mercado, nomeadamente os regimes de quase monopólio como por exemplo no sector da energia e dos combustíveis, criando condições para a existência de maior concorrência, reduzindo os custos de tais fornecimentos para as empresas, aumentando a sua competitividade interna e externa.
Deve existir uma aposta clara nas exportações, com vista à produção de riqueza e à diminuição do défice externo. Afigura-se pois como essencial não só o Estado ajudar a assegurar o acesso ao financiamento e a concessão de créditos fiscais a empresas exportadoras, mas também cumprir o estabelecido pela Troika no que diz respeito à descida da taxa social única, para aumentar a competitividade externa, que deverá incidir sobre as empresas exportadoras ou criadoras de emprego líquido, devendo o governo tentar negociar um regime de excepção com Bruxelas para beneficiação de tal sector.
Relevante será o investimento no sector das pescas e da agricultura e no longo prazo em industrias de tecnologia e de conhecimento intensivas, bem como em infra-estruturas de transporte marítimo e terrestre de mercadorias, nomeadamente nos portos de Sines e Leixões e num traçado de alta prestação, mais económico que a alta velocidade, entre Sines, Lisboa e Madrid, e o investimento público de proximidade como a reabilitação urbana, reformulando a lei do arrendamento e relançando o sector imobiliário.
Outro factor de capital importância está relacionado com a implementação das reformas estruturais, nomeadamente no mercado de trabalho, devendo ir no sentido da diminuição do dualismo existente, através de mecanismos de flexibilização, reduzindo a excessiva protecção laboral dos trabalhadores efectivos e aumentando a dos trabalhadores precários, evitando a fuga de jovens qualificados para o exterior.
Necessária é a diminuição do peso do Estado na economia, através da reestruturação da administração central e da reorganização autárquica, fundindo freguesias e eventualmente municípios, bem como a privatização de ou extinção de empresas públicas deficitárias, fundações e institutos públicos, de forma a racionalizar recursos materiais e humanos e combater o despesismo.
Essencial será a reforma da justiça, aumentando a sua celeridade, transparência e eficácia, com a coragem de enfrentar diversas forças de bloqueio e reforçar os mecanismos de controlo da gestão de detentores de cargos públicos agilizando uma eventual penalização quer criminal quer em termos de possibilidade de destituição de responsáveis por gestão pública danosa, num claro sinal que ninguém se encontra acima da lei, a bem da credibilidade interna e externa da nossa democracia.
A obtenção dos resultados definidos pela Troika para a diminuição do défice e da dívida pública nos próximos anos bem como o relançamento da economia aumentando o bem-estar dos cidadãos afigura-se uma tarefa difícil mas não impossível. As mudanças de modelo económico-social acarretam sempre medidas custosas e impopulares, mas serão sempre aqueles que têm a coragem de as implementar e de enfrentar as dificuldades os que mais tarde serão recordados.
Pedro de Albuquerque e Côrte-Real
20111016
20111015
convocatória > ASSEMBLEIA DO NÚCLEO
20 DE OUTUBRO DE 2011
21h00 > sede do núcleo, na Rua D. Afonso Henriques, 1129
ORDEM DE TRABALHOS:
> Informações;
> Análise da situação política.
NÃO FALTES!
21h00 > sede do núcleo, na Rua D. Afonso Henriques, 1129
ORDEM DE TRABALHOS:
> Informações;
> Análise da situação política.
NÃO FALTES!
20111010
opinião > SANDRA RODRIGUES
Companheiras e companheiros
Há quase 40 anos, Portugal implantou um regime democrático… após várias décadas de ditadura.
Comemoramos, na passada 4.ª feira, o início do 2.º centenário da instauração da república… temos aqui… nas palavras de esperança do nosso Presidente da República, Prof. Cavaco Silva, um bom ponto de partida para a mudança!
Portugal vive momentos de crise:
- após décadas de desperdício;
- desaproveitamento de oportunidades;
- governações sem rumo;
- recursos esbanjados.
O Projecto Europeu, do qual fazemos parte, está a ser testado… a todo o instante e momento… a Europa está numa encruzilhada!
Ninguém sabe muito bem… que caminho deverá ser traçado… mas, uma coisa é certa… já não nos é possível reescrever a história, nem voltar ao início… já não nos é possível recuperar o tempo perdido!
Para além de não sabermos muito bem como irá ser o futuro… desacreditamos de soluções rápidas e eficazes…
Resta-nos ganhar forças… olhar para o futuro com persistência, espírito de sacrifício, trabalho… e tomar o comando do país, porque ninguém o fará por nós!
Todos nós cidadãos contribuintes, ou co-cidadãos (expressão que também muito me agradou e que foi proferida pela jovem maiata, nas comemorações do passado 5 de Outubro), devemos… temos o direito de conhecer o modo de utilização dos recursos públicos… e devem-nos ser dadas todas as garantias de que existem instrumentos eficazes do seu controlo responsável com rigor e exigência. Este é o princípio do consentimento – pedra angular da legitimidade democrática.
Temos hoje, um país soberano e endividado… um país com todas as características de um Estado-Providência europeu e por isso… um país que convergiu institucionalmente… mas não economicamente…
Temos hoje, um país que nunca conseguiu um equilíbrio entre a despesa pública e o crescimento económico.
A despesa pública foi expansionista, de forma ininterrupta desde 1974!!!
… é este fato que me consegue calar, quando outras vozes se levantam, e dizem que todas as governações desde 1974 têm grande responsabilidade no actual estado da nação!
Conseguem calar-me… mas não me conseguem convencer!
O PS e o PSD são evidentemente partidos diferentes, apresentam as suas dicotomias próprias, naturais, normais… o grande problema desta conhecida sequência governativa esteve sempre nas antinomias!
O grande problema esteve, sempre, no fato do PS fazer questão de «colocar ao barulho» todas as áreas económico-sociais levando-as para a arena política… e fazendo delas e com elas uma má política:
- uma política do contra quando sucedia ao PSD;
- uma política do deita abaixo quando ocupava a oposição;
- e mais recentemente, uma política da aparência, da imagem, do «faz de conta que faz» e do «faz de conta que está tudo bem»!
Tivemos uma equipa governativa que chegou ao ponto de ter em conta que «o que não se publica, o que não se regulamenta, o que não se decreta, não existe»…
Para estes políticos o que importou foi fornecerem à sociedade:
- tudo aquilo que criava grande impacto;
- tudo aquilo que suponha grande espectáculo… ao ponto de… temerem mais os meios de comunicação social do que a própria consciência… tal era a hipertrofia da imagem!
Nesta conhecida sequência governativa… também a EDUCAÇÃO foi vítima das políticas do contra, das políticas do deita a baixo e das políticas da aparência… mas foi entre estes 2 opostos que se foi construindo o nosso sistema educativo.
Apesar de tudo isto, não tenho uma visão catastrofista da educação em Portugal, muitos avanços foram conseguidos desde a década de 60.
O problema… o grande problema das políticas do PS na educação esteve sempre em:
- encarar a diversificação curricular e até a institucional como sendo estruturas de 1.ª e 2.ª categorias… como sendo geradoras de desigualdade social, e por isso discriminatórias…
É inconcebível impor estruturas, percursos escolares, ritmos de progressão e tabelas de resultados idênticos para todos os alunos…
Acredito que o nosso ministro da educação vá promover um ensino e formação de qualidade para os jovens portugueses, porque a equidade e a qualidade devem andar a par… o seu pensamento tem por base «dar o máximo a cada um em vez de dar o mínimo a todos».
Acredito que vá romper com a racionalidade técnico-funcionalista da escola, com a escola homogeneizante, centralista, estatista e rígida.
O pensamento do Nuno Crato «rompe» completamente com as políticas educativas implementadas pelo PS: a cultura do facilitismo, da burocracia e da pedagogia exagerada.
A acção de Nuno Crato… essa não será nada fácil… poupar 195 milhões de euros com a educação, pela aplicação das medidas inscritas no memorando da troika… exigirá de toda a equipa ministerial uma permanente procura de soluções inteligentes!
Fosse o nosso sistema educativo um modelo matemático, e teríamos com Nuno Crato uma forma simples, concertada e integrada de lhe solucionarmos todos os problemas… mas a verdade é que não o é… é um sistema dinâmico por natureza!
E termino com uma frase de Hannah Arendt, de apoio e incentivo à tarefa de Nuno Crato e toda a sua equipa: «A crise apenas se torna catastrófica se lhe respondermos com ideias feitas, isto é com preconceitos!».
Bem-haja Nuno Crato!
Bem-haja toda a equipa governativa!
Viva o PSD!
Viva Portugal!
Sandra Micaelo Rodrigues
Há quase 40 anos, Portugal implantou um regime democrático… após várias décadas de ditadura.
Comemoramos, na passada 4.ª feira, o início do 2.º centenário da instauração da república… temos aqui… nas palavras de esperança do nosso Presidente da República, Prof. Cavaco Silva, um bom ponto de partida para a mudança!
Portugal vive momentos de crise:
- após décadas de desperdício;
- desaproveitamento de oportunidades;
- governações sem rumo;
- recursos esbanjados.
O Projecto Europeu, do qual fazemos parte, está a ser testado… a todo o instante e momento… a Europa está numa encruzilhada!
Ninguém sabe muito bem… que caminho deverá ser traçado… mas, uma coisa é certa… já não nos é possível reescrever a história, nem voltar ao início… já não nos é possível recuperar o tempo perdido!
Para além de não sabermos muito bem como irá ser o futuro… desacreditamos de soluções rápidas e eficazes…
Resta-nos ganhar forças… olhar para o futuro com persistência, espírito de sacrifício, trabalho… e tomar o comando do país, porque ninguém o fará por nós!
Todos nós cidadãos contribuintes, ou co-cidadãos (expressão que também muito me agradou e que foi proferida pela jovem maiata, nas comemorações do passado 5 de Outubro), devemos… temos o direito de conhecer o modo de utilização dos recursos públicos… e devem-nos ser dadas todas as garantias de que existem instrumentos eficazes do seu controlo responsável com rigor e exigência. Este é o princípio do consentimento – pedra angular da legitimidade democrática.
Temos hoje, um país soberano e endividado… um país com todas as características de um Estado-Providência europeu e por isso… um país que convergiu institucionalmente… mas não economicamente…
Temos hoje, um país que nunca conseguiu um equilíbrio entre a despesa pública e o crescimento económico.
A despesa pública foi expansionista, de forma ininterrupta desde 1974!!!
… é este fato que me consegue calar, quando outras vozes se levantam, e dizem que todas as governações desde 1974 têm grande responsabilidade no actual estado da nação!
Conseguem calar-me… mas não me conseguem convencer!
O PS e o PSD são evidentemente partidos diferentes, apresentam as suas dicotomias próprias, naturais, normais… o grande problema desta conhecida sequência governativa esteve sempre nas antinomias!
O grande problema esteve, sempre, no fato do PS fazer questão de «colocar ao barulho» todas as áreas económico-sociais levando-as para a arena política… e fazendo delas e com elas uma má política:
- uma política do contra quando sucedia ao PSD;
- uma política do deita abaixo quando ocupava a oposição;
- e mais recentemente, uma política da aparência, da imagem, do «faz de conta que faz» e do «faz de conta que está tudo bem»!
Tivemos uma equipa governativa que chegou ao ponto de ter em conta que «o que não se publica, o que não se regulamenta, o que não se decreta, não existe»…
Para estes políticos o que importou foi fornecerem à sociedade:
- tudo aquilo que criava grande impacto;
- tudo aquilo que suponha grande espectáculo… ao ponto de… temerem mais os meios de comunicação social do que a própria consciência… tal era a hipertrofia da imagem!
Nesta conhecida sequência governativa… também a EDUCAÇÃO foi vítima das políticas do contra, das políticas do deita a baixo e das políticas da aparência… mas foi entre estes 2 opostos que se foi construindo o nosso sistema educativo.
Apesar de tudo isto, não tenho uma visão catastrofista da educação em Portugal, muitos avanços foram conseguidos desde a década de 60.
O problema… o grande problema das políticas do PS na educação esteve sempre em:
- encarar a diversificação curricular e até a institucional como sendo estruturas de 1.ª e 2.ª categorias… como sendo geradoras de desigualdade social, e por isso discriminatórias…
É inconcebível impor estruturas, percursos escolares, ritmos de progressão e tabelas de resultados idênticos para todos os alunos…
Acredito que o nosso ministro da educação vá promover um ensino e formação de qualidade para os jovens portugueses, porque a equidade e a qualidade devem andar a par… o seu pensamento tem por base «dar o máximo a cada um em vez de dar o mínimo a todos».
Acredito que vá romper com a racionalidade técnico-funcionalista da escola, com a escola homogeneizante, centralista, estatista e rígida.
O pensamento do Nuno Crato «rompe» completamente com as políticas educativas implementadas pelo PS: a cultura do facilitismo, da burocracia e da pedagogia exagerada.
A acção de Nuno Crato… essa não será nada fácil… poupar 195 milhões de euros com a educação, pela aplicação das medidas inscritas no memorando da troika… exigirá de toda a equipa ministerial uma permanente procura de soluções inteligentes!
Fosse o nosso sistema educativo um modelo matemático, e teríamos com Nuno Crato uma forma simples, concertada e integrada de lhe solucionarmos todos os problemas… mas a verdade é que não o é… é um sistema dinâmico por natureza!
E termino com uma frase de Hannah Arendt, de apoio e incentivo à tarefa de Nuno Crato e toda a sua equipa: «A crise apenas se torna catastrófica se lhe respondermos com ideias feitas, isto é com preconceitos!».
Bem-haja Nuno Crato!
Bem-haja toda a equipa governativa!
Viva o PSD!
Viva Portugal!
Sandra Micaelo Rodrigues
20111006
20111005
20110530
opinião > PAULO RAMALHO
MAIS QUE UM EMPRÉSTIMO, UM PROGRAMA DE GOVERNO…
Há muito que todos sabíamos que a crise económica e financeira que o nosso país atravessava assentava muito mais em razões internas de ordem estrutural, do que em argumentos derivados da crise internacional. De tal forma que quando a crise internacional aliviasse, Portugal continuaria em crise.
A nossa economia evidenciava problemas sérios de competitividade, com índices de produtividade claramente reduzidos e taxas de crescimento muito abaixo da média da União Europeia. E as contas públicas em constante desequilíbrio, com a despesa pública a subir, ano após ano. A que tudo se juntava um assustador e constante endividamento externo, que nos últimos seis anos praticamente duplicou, atingindo nesta altura a dívida externa do Estado um valor próximo dos 170.000 milhões de Euros!
E todos sabíamos que esta situação era insustentável e que, a continuar, levaria Portugal ao abismo. Eram urgentes, acima de tudo, medidas de redução da despesa pública e contenção do endividamento externo. Sendo que os próprios mercados financeiros internacionais, desconfiando da capacidade do nosso país em cumprir com os seus compromissos, começaram a exigir juros cada vez mais elevados pela aquisição de divida pública portuguesa. O que levou inclusive o Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, num momento de alguma lucidez, a admitir que no dia em que tais juros atingissem o valor de 7%, não restaria alternativa a Portugal que não fosse o recurso a ajuda externa, seguindo o exemplo da Grécia e da Irlanda…
Sucede é que os ditos juros chegaram mesmo aos 7% e, posteriormente, aos 8% e 9%, e o Governo nada fez. Preferindo antes, lamentar-se dos especuladores que dirigiam os mercados financeiros e esperar pela sorte do destino. Postura que quase nos levou ao colapso financeiro e à incapacidade do Estado em honrar os seus compromissos. Como diz o povo, estivemos perto da “bancarrota”.
Com efeito, estávamos já a pagar juros na ordem dos 10% e com os cofres quase vazios, quando o Governo se decidiu pelo pedido de ajuda financeira. No “último minuto”, como referia recentemente um colunista do Finantial Times, Wolfgang Munchau, numa severa crítica a José Sócrates, a quem acusava inclusive de ter mentido ao país…
E lá chegou, volvidos vinte e oito anos, novamente o Fundo Monetário Internacional. Desta vez, acompanhado por responsáveis do Banco Central Europeu e da Comissão Europeia. E, num ápice, todas as medidas de consolidação das contas públicas há muito prometidas e nunca cumpridas, e outras reformas estruturais, há anos reclamadas e sucessivamente adiadas, essenciais para tornar a nossa economia mais competitiva, passaram, finalmente, a ser possíveis e a ver a luz da realidade.
É que a famosa troika, assim conhecida, como condição de nos emprestar os necessários 78 mil milhões de Euros, impuseram que assumíssemos o compromisso de implementar um conjunto de medidas (de forma calendarizada) que tocam as mais diversas realidades do Estado: desde a reestruturação da administração pública à redução do número de autarquias, reavaliação do sector empresarial público e das parcerias público-privadas, reforma da justiça, do sector da saúde e das leis laborais, melhoria dos mecanismos de concorrência, reforço dos capitais da banca, para além de várias medidas de ordem fiscal. Um verdadeiro programa de governo.
Nas palavras de Dominique Strauss-Kahn, então presidente do FMI, “a prioridade é atacar os problemas estruturais, antigos e profundos, que fizeram com que Portugal tivesse a taxa de crescimento mais baixa da zona euro na última década, atirando o desemprego para o nível mais elevado em dez anos, é essencial melhorar a produtividade e a concorrência”.
Sendo que de entre as medidas propostas pela troika e aceites pelo Governo de José Sócrates, algumas revelam-se fortemente penalizadoras para as famílias portuguesas, designadamente as que prevêem um agravamento dos impostos e a limitação dos benefícios e deduções fiscais.
Daí que nesta altura, seja legitimo que os portugueses se interroguem:
-Se o Governo tivesse promovido as aludidas reformas estruturais em devido tempo, teríamos tido necessidade de ajuda financeira externa?
-E se o Governo tivesse pedido o resgate mais cedo, designadamente quando os juros pela aquisição de divida pública portuguesa atingiram os 7%, as medidas de austeridade que agora nos vão ser impostas seriam menos gravosas?
Certeza absoluta, dirão alguns, ninguém a pode ter. Mas fazendo uma reflexão assente em critérios de mera racionalidade, a verdade é que a resposta tende a ser NÃO, relativamente à primeira questão e SIM, no que concerne à segunda.
Todavia, relativamente às ditas reformas estruturais, há algo que os portugueses sabem e que dificilmente compreenderão: é que durante seis anos o Governo não as promoveu, e no espaço de pouco mais de um mês, o mesmo Governo aceitou implementá-las, de forma calendarizada e num prazo máximo de três anos!
Pelo que o executivo que sair das próximas eleições, seja ele qual for, já tem um programa de governo e com garantia de ser viabilizado no Parlamento…
Paulo Ramalho, Conselheiro Nacional do PSD
20110523
campanha > LEGISLATIVAS 2011
24 DE MAIO
No âmbito da Campanha Eleitoral do PSD - MUDAR PORTUGAL - para as eleições Legislativas de 5 de Junho irão realizar-se acções de campanha em Pedrouços e Águas Santas:
Pontos de Encontro:
8h30 > Junto ao Modelo de Pedrouços
8h45 > Contactos com a população na Feira de Pedrouços
18h00 > Contactos com a população na urbanização MAFAVIS (freguesia de Águas Santas, em frente ao Modelo)
Faça parte da mudança, venha connosco
ESTÁ NA HORA DE MUDAR PORTUGAL!!!
20110511
20110508
psd > 37º ANIVERSÁRIO
Comissão Política do Núcleo de Águas Santas/Pedrouços marca presença no jantar do 37º Aniversário do PSD realizado no Europarque, em Santa Maria da Feira
20110429
convite > APRESENTAÇÃO DOS CANDIDATOS A DEPUTADOS PELO DISTRITO DO PORTO
Caro(a) Companheiro(a),
O PSD inicia a sua campanha para as Eleições Legislativas de 5 de Junho no Distrito do Porto, no próximo dia 2 de maio, segunda-feira, 21h00, com a apresentação da Lista de Candidatos a Deputados pelo nosso Distrito do Porto, nas Caves Ferreira, em Vila Nova de Gaia.
Este será o momento chave de arranque da campanha eleitoral, em que vamos promover um contacto directo com os cidadãos deste distrito, privilegiando uma mensagem política pessoal e de proximidade com os cidadãos.
Neste sentido, precisamos da ajuda de todos os militantes e simpatizantes deste distrito, precisamos da sua ajuda e empenho para alcançarmos a Vitória, que iniciará o ciclo de MUDANÇA que os PORTUGUESES e PORTUGAL tão necessitam.
Por este motivo, vimos convidar o(a) Companheiro(a) a fazer parte desta MUDANÇA, participando nesta campanha e nesta apresentação dos nossos candidatos.
Certos de que nos honrará com a sua presença e de outros companheiros que o(a) Companheiro(a) trará, subscrevemo-nos, com as melhores saudações social democratas.
O Presidente da CPD PSD Porto
O PSD inicia a sua campanha para as Eleições Legislativas de 5 de Junho no Distrito do Porto, no próximo dia 2 de maio, segunda-feira, 21h00, com a apresentação da Lista de Candidatos a Deputados pelo nosso Distrito do Porto, nas Caves Ferreira, em Vila Nova de Gaia.
Este será o momento chave de arranque da campanha eleitoral, em que vamos promover um contacto directo com os cidadãos deste distrito, privilegiando uma mensagem política pessoal e de proximidade com os cidadãos.
Neste sentido, precisamos da ajuda de todos os militantes e simpatizantes deste distrito, precisamos da sua ajuda e empenho para alcançarmos a Vitória, que iniciará o ciclo de MUDANÇA que os PORTUGUESES e PORTUGAL tão necessitam.
Por este motivo, vimos convidar o(a) Companheiro(a) a fazer parte desta MUDANÇA, participando nesta campanha e nesta apresentação dos nossos candidatos.
Certos de que nos honrará com a sua presença e de outros companheiros que o(a) Companheiro(a) trará, subscrevemo-nos, com as melhores saudações social democratas.
O Presidente da CPD PSD Porto
Marco António Costa
O Cabeça de Lista pelo Distrito
O Cabeça de Lista pelo Distrito
José Pedro Aguiar Branco
Caves Ferreira > Av. Ramos Pinto > Cais de Gaia
Caves Ferreira > Av. Ramos Pinto > Cais de Gaia
20110425
discurso > MENSAGEM DO PSD NA COMEMORAÇÃO DO 37º ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL NA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE ÁGUAS SANTAS
Minhas Senhoras e meus Senhores,
A primeira reacção ao convite que me dirigiram foi dizer: «em último caso, eu faço o discurso»…, não porque desconheça a temática, não por recear críticas ou por ter medo de falhar, neste ou naquele aspecto…
Nada disso… o problema que eu já adivinhava seria o de sintetizar num breve discurso os pontos chave da minha reflexão sobre o percurso feito por Portugal nas últimas décadas. A «grande dificuldade de abrir caminho, na gigantesca selva de informação» disponível sobre o 25 de Abril de 1974 em Portugal.
Decorreram 37 anos… é um acontecimento ainda muito recente…para as pessoas que hoje se encontram na faixa etária dos 50 ou 60 anos…
Tão recente que os próprios historiadores têm dificuldade em saber quando começa o passado em termos históricos.
Tão recente que «um terço da população portuguesa nasceu depois da Revolução dos Cravos», incluindo eu própria…
A mim parece-me um acontecimento longínquo…
Ao fim de alguma reflexão afirmei convictamente «eu faço o discurso»…
Seguiram-se dias de pesquisa, de estudo, mas acima de tudo muita reflexão… um verdadeiro desafio… mas aqui está o discurso que representa o Partido Social Democrata nas comemorações do 37.º aniversário do 25 de Abril.
Olhando para o mapa Mundo, Portugal apresenta-se como se de uma face da Europa se tratasse… «o nariz situa-se sobre Lisboa, a testa junto ao Porto e o queixo a ocidente de Faro»… Vamos recordar um dos poemas da Mensagem de Fernando Pessoa– O dos Castelos.
O DOS CASTELOS
A Europa jaz, posta nos cotovelos:
De Oriente a Ocidente Jaz, fitando,
E toldando-lhe românticos cabelos
Olhos gregos lembrando.
O cotovelo esquerdo é recuado;
O direito é em ângulo disposto.
Aquele diz Itália onde é pousado;
Este diz Inglaterra onde, afastado,
A mão sustenta, em que se apoia o rosto.
Fita, com olhar esfíngico e fatal,
O Ocidente, futuro do passado.
O rosto com que fita é Portugal.
Fernando Pessoa, Mensagem
Não devemos descrever a história contemporânea de Portugal, sem a inserir no seu contexto político, económico e social…mas também não podemos descrever a história de Portugal sem a integrar na Europa, foi isso que tentamos fazer na reflexão que aqui trazemos.
Se reflectirmos bem em todo o percurso feito por Portugal nos últimos 50 anos, conseguimos perceber que não foi o processo revolucionário o responsável pela actual situação da economia portuguesa… apesar das modificações e das transformações institucionais que dele resultaram… O grande problema esteve e continua a estar na governação…
À disciplina e rigor orçamental que caracterizou o Estado Novo, seguiu-se a indisciplina e o desequilíbrio do pós 25 de Abril. Enquanto o Estado Novo permitiu uma convergência (europeia) económica notável em detrimento dos planos político e institucional, o Estado-Providência permitiu uma convergência política e institucional com prejuízos gravíssimos no plano económico.
A indisciplina e o desequilíbrio orçamental se… em 1974 poderia ser classificado de conjuntural, hoje é sem sombra de dúvida um problema estrutural, intrínseco… todos os governos desde 1974 seguiram políticas conducentes à expansão da despesa pública… Sendo assim, as culpas são partilhadas por todos os partidos políticos do pós 25 de Abril.
Se reflectirmos bem em tudo isto, conseguimos perceber que não foram as mudanças políticas dos anos 70 as responsáveis pelas mudanças sociais… a verdade é que a revolução política acelerou, consolidou e deu visibilidade às mudanças sociais.
Se hoje compararmos as aspirações e as expectativas da sociedade portuguesa com as restantes sociedades dos países europeus, verificamos que são as mesmas… todavia este crescimento das expectativas não correspondeu a um aumento proporcional de riqueza, e de potencialidades económicas nacionais capazes de as satisfazer.
As mudanças sociais e políticas, foram bem mais rápidas e mais profundas do que a transformação económica, empresarial e produtiva. A «modernização» da sociedade portuguesa foi profunda (em pouco mais de 3 décadas… é hoje uma sociedade aberta e globalizada).
O Estado-providência também cresceu muito, garantiu a universalidade, mas não a qualidade… é hoje deficiente e pobre no que toca à qualidade dos serviços e às suas prestações… é um Estado-providência sem solidez, nem capitalização. Consequentemente, vivemos hoje, numa sociedade culturalmente mais igualitária, mas na qual se mantêm fortes desigualdades sociais na repartição do rendimento.
Portugal, fez em trinta e poucos anos, o que outros países europeus fizeram em 50 ou 60. …Portugal recuperou em termos sociais, culturais e demográficos, mas ficou muito aquém em termos económicos.
Apesar de todos os obstáculos Portugal conseguiu nestes 37 anos, instituir a DEMOCRACIA e o seu ESTADO-PROVIDÊNCIA… Conseguiu… sem dúvida…, mas o preço que pagou e continuará a pagar em dificuldade e sucesso levanta algumas dúvidas sobre a eficiência com que todo o percurso foi feito. As políticas sociais não são independentes das políticas económicas e financeiras, muito menos das potencialidades da economia. É este o paradoxo que vamos ter que enfrentar nos próximos anos.
A solução para este problema não é fácil…
Neste momento estamos num barco à deriva! O pessimista «queixa-se do vento»; o optimista «espera que o vento mude» e o realista «ajusta as velas»…
Nós temos esperança!!! Vamos ter que ajustar as velas!!!
Temos de nos colocar mais do lado da construção de soluções do que da inventariação dos problemas.
Temos que por mãos à obra e dignificar o valoroso trabalho daqueles que há 37 anos nos ofereceram a DEMOCRACIA e a LIBERDADE…
Temos que ser capazes de adaptar o REGIME à nova sociedade portuguesa da UE que não transija com os seus valores fundamentais…
que promova uma cultura de COMPETÊNCIA e de PROFISSIONALISMO
que combata, de uma vez por todas, com a cultura da IRRESPONSABILIDADE
que termine com a cultura da IMPUNIDADE
que não tenha medo da AUTORIDADE porque em DEMOCRACIA a AUTORIDADE não se confunde com DITADURA…
Tem que haver uma mudança política, temos que enfrentar a ACTUAL E REAL CRISE, falando e ouvindo a VERDADE e só a VERDADE…e para isso… tem que haver uma mudança nos políticos…
Temos tido, ao longo destes anos… muitos “políticos burocratas” e poucos “políticos empreendedores”…Os portugueses já não acreditam na política, nem nos políticos… assinaram um «divórcio por mútuo consentimento» como é possível concluir da crescente abstenção e alheamento.
A política precisa de pessoas com capacidade, com competência, com carácter, com confiança e com compromisso (o que eu costumo designar de 5cs) que assumam o seu papel com rigor, responsabilidade e imbuídos de um espírito de cooperação.
O nosso partido defende:
mais disciplina e rigor, mais controlo, maior economia… defende o cumprimento escrupuloso da lei, a avaliação dos custos e dos benefícios, dos recursos disponíveis e dos objectivos e equidade entre gerações, eis o que se impõe como tarefa cívica e nacional. Eis o que se impõe a todos aqueles que, como nós, são chamados a realizar o interesse público: responsabilização e prestação de contas…
Nesta freguesia, como eleitos locais, estamos dispostos a realizar uma importante intervenção sócio-comunitária defendendo o interesse de todos e cuidando do bem comum com rigor e disciplina.
Estamos atentos às desigualdades existentes entre os cidadãos da nossa comunidade local e tentaremos desenvolver actividades e projectos que as ajudem, que as dignifiquem… que promovam uma maior equidade social.
Parafraseando, Jacques Delors, um dos construtores do projecto europeu
«A Comunidade é fruto não só da História e da necessidade mas também da vontade».
Por isso,vamos dar à Europa o rosto que ela merece…um Portugal Melhor!
Na política como na Vida, nós somos aquilo que fazemos…
mas somos sobretudo aquilo que fazemos para mudar o que somos…
e uma das maiores mensagens que o 25 de Abril nos deixou é que
é sempre possível mudar tudo!
Viva Águas Santas!
Viva a Maia!
Viva Portugal!
20110420
20110414
20110409
comunicado > MANUEL ANTÓNIO FERREIRA
Esta semana fomos confrontados com a divulgação do pedido de ajuda externa pelo Governo de José Sócrates.
Afinal de contas Sócrates escondia aos portugueses a verdadeira desgraça a que conduziu o nosso país.
Tentou sempre negar aquilo que era inevitável. Sócrates não pode culpar a oposição quando a culpa é só da sua inteira responsabilidade.
Portugal vive em recessão, não há confiança por parte dos agentes económicos, toda a gente desconfia do que ainda poderá vir.
É urgente um plano de recuperação para a economia portuguesa com novos protagonistas.
O Partido Social Democrata, como partido responsável que é, estará atento e não deixará de dar o seu contributo para fazer parte da solução que permitirá construir uma verdadeira alternativa ao Partido Socialista de José Sócrates.
É preciso que os portugueses não tenham memória curta e que a 5 de Junho de 2011 penalizem efectivamente José Sócrates com o seu voto.
Por isso, caros companheiros, temos de estar mobilizados para a próxima campanha eleitoral.
Contamos consigo.
O Presidente do Núcleo do PSD de Águas Santas/Pedrouços,
Manuel António Ferreira
20110404
20110321
20110312
convocatória > ASSEMBLEIA ELEITORAL DE SECÇÃO
ELEIÇÕES DO PSD/MAIA A 25 DE MARÇO – PARTICIPE
COMO PAGAR AS SUAS QUOTAS
Informa-se todos os militantes que não tenham as quotas actualizadas e que desejem efectuar o seu pagamento para poderem votar nas Eleições dos Órgãos da Secção da Maia, no dia 25 de Março, que o devem fazer até às 24h00 do dia 15 de Março de 2011, através duma das seguintes modalidades:
1 - PAGAMENTO EM CAIXA AUTOMÁTICA MULTIBANCO
Faz as seguintes operações:
Após introduzir o seu Cartão e o respectivo código secreto, seleccione a operação: "PAGAMENTOS/PAGAMENTO DE COMPRAS".
Introduza os seguintes dados:
Entidade 20643
Referência (são nove dígitos) o número de militante precedido de 0 (zeros).
Exemplo:
militante n.º12345. A referência é 000 012 345.
Montante 6,00€ JSD com um ano em atraso, 12,00€ JSD com mais de um ano em atraso.
12,00€ PSD com um ano de atraso, 24,00€ com mais de um ano em atraso.
Termina a introdução de dados confirmando com a tecla verde.
O talão emitido pelo Caixa Automático será válido como prova de pagamento.
2 - ENVIO DE CHEQUE PELO CORREIO
O cheque deverá ser cruzado, emitido à ordem do Partido Social Democrata e enviado para:
PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA
Rua de São Caetano – n.º9 - 1249-087 - LISBOA
No verso do cheque deve ser inscrito o número de militante.
O cheque deve dar entrada no PSD até ao dia 15 de Março.
3 - ENVIO DE VALE POSTAL
O vale postal deve ser emitido à ordem do Partido Social Democrata e remetido para o endereço acima indicado. No verso do vale postal na parte destinada à correspondência, tem que ser inscrita o número de militante sem o qual o vale será devolvido. O vale deve dar entrada no PSD até ao dia 15 de Março.
Se deseja saber se tem, ou não, as quotas em dia pode fazê-lo através do seguinte e-mail: psdmaia@clix.pt
Deve referir o nome completo e o número de militante. A resposta será dada pela mesma via, com a indicação do valor a pagar para poder votar.
20110310
em destaque > CONGRESSO DOS TSD ELEGE TRÊS MAIATOS
O Congresso dos TSD - Trabalhadores Social Democratas elegeu, no seu Congresso realizado nos dias 26 e 27 de Fevereiro, três maiatos para o seu conselho nacional, Vale Peixoto (militante do núcleo de Águas Santas/Pedrouços, Tomás Bráz (Castelo da Maia) e Álvaro Ricardo (Maia). Parabéns aos três e votos de um excelente mandato em prol dos Trabalhadores Sociais Democratas e dos trabalhadores portugueses!
20110123
resultados > PRESIDENCIAIS 2011
freguesia > ÁGUAS SANTAS
CAVACO SILVA > 45,4%DEFENSOR MOURA > 1,5%
FRANCISCO LOPES > 6,1%
JOSÉ MANUEL COELHO > 3,3%
MANUEL ALEGRE > 19,9%
FERNANDO NOBRE > 16,7%
ABSTENÇÃO > 47,6%
20110121
mensagem > MANUEL ANTÓNIO FERREIRA
Caras e caros companheiros
No próximo domingo PORTUGAL vai a votos para eleger o Presidente da República e nós enquanto cidadãos de Portugal e militantes do PSD devemos ter como objectivo a reeleição do Sr. Prof. Cavaco Silva.
Por isso não posso deixar de apelar ao empenhamento de todos os companheiros para que junto dos nossos familiares e amigos lhes lembremos da importância de que o Prof. Cavaco Silva seja eleito já na primeira volta.
Na campanha que agora termina apenas o Prof. Cavaco Silva falou aos portugueses nas dificuldades que o País atravessa e chamou à atenção da enorme responsabilidade que recai em cada um de nós na criação de estabilidade política no nosso País.
Os tempos que correm não são para aventuras, por isso, no próximo domingo todos temos que votar e levar os nossos familiares e amigos a votar.
Não nos podemos abster de eleger o Prof. Cavaco Silva.
VOTA CAVACO SILVA, VOTA EM PORTUGAL.
O Presidente da Comissão Política do Núcleo do PSD de Águas Santas/Pedrouços
Manuel António Ferreira
20110120
opinião > PAULO RAMALHO
NO PROXIMO DIA 23 A DECISÃO
CABE APENAS AOS PORTUGUESES
CABE APENAS AOS PORTUGUESES
As eleições do próximo dia 23 são um teste muito importante ao estado da nossa democracia. Ainda mais, numa época de profunda e duradoura crise económica, em que a luz ao fundo do túnel parece ter-se transformado numa permanente “miragem”. Por um lado, vamos poder avaliar até que ponto o povo português valoriza, nesta altura, a sua participação activa na escolha dos seus representantes políticos. E por outro, qual o grau de importância que atribui à figura do Presidente da República na definição do destino do país e na resolução efectiva dos seus problemas.
Quanto à primeira questão, é um facto que a participação dos cidadãos portugueses nos actos eleitorais de matriz nacional, tem vindo a diminuir, com algumas oscilações, de forma particularmente significativa, desde 1980. De tal forma, que se nas eleições legislativas de 1980 a abstenção se cifrou em 16,06%, em 1983 atingiu os 22,21%, em 1985 os 25,84%, em 1987 os 28,43%, em 1991 os 32,22%, em 1995 os 33,70%, em 1999 os 38,91%, em 2002 os 38,52%, em 2005 os 35,74% e em 2009 os 40,32%. E relativamente às eleições para a Presidência da República, o cenário não é muito diferente: assim, depois de em 1980 a abstenção se ter cifrado apenas em 15,61%, em 1986 foi já de 24,62%, em 1991, de 37,84%, em 1996, de 33,71%, em 2001, de 50,29% e em 2006 de 38,47%.
Antes de mais, devo confessar, que sou daqueles que entendem que a participação nos actos eleitorais é, para além de um dever, uma obrigação de todos os que acreditam na democracia, mesmo que essa participação se traduza num voto em branco… Democracia que no caso português, foi conseguida há pouco mais de 35 anos, “com muito suor e lágrimas”, e que portanto, merece ser bem tratada e protegida. Sendo que o acto de votar é também um acto de responsabilidade e compromisso com a definição do que pretendemos e acreditamos ser melhor para o interesse colectivo da comunidade, para o futuro do nosso país.
Todavia, não deixa de ser verdade, que para muitos, a mobilização para uma participação activa nos actos eleitorais está directamente associada à qualidade e credibilidade dos projectos políticos em apreço, do próprio debate político, e designadamente, dos seus protagonistas. Pelo que a abstenção neste caso, é simplesmente um comportamento que pretende traduzir indiferença ou mesmo uma total ausência de confiança, relativamente aos diversos projectos políticos em disputa e/ou seus actores, de tal forma que nada acrescentam às suas vontades.
Sendo que a estratégia de debate “político” utilizada pelos diversos candidatos opositores a Cavaco Silva, assente na pequena intriga, em constantes insinuações e sem ideias concretas, em nada contribuiu para uma discussão séria e esclarecedora das suas “propostas”. A não ser para percebermos que estão todos muito distantes, a “anos-luz”, do recandidato Cavaco Silva no que diz respeito a preparação, saber, competência, sentido de estado e perfil para o exercício do cargo de mais alto magistrado do país.
E se é verdade que os poderes constitucionais do Presidente da Republica não lhe conferem funções de governação, a sua acção é ainda assim uma referência fundamental para o bom funcionamento das principais estruturas e instituições em que assenta o nosso estado de direito democrático. É uma voz sempre ouvida e é aquele de quem se espera sempre a última palavra…mesmo a derradeira solução. É o responsável máximo da Nação.
E nesta altura de profunda crise económica, em que o desemprego e o endividamento externo do país atingiram os seus máximos históricos, em que Portugal pode inclusive ter de recorrer a ajuda do FMI, e em que temos um Governo que se regozija ruidosamente por ter conseguido “vender” dívida pública a uma taxa de juro próxima dos 7% (!...), quando a Alemanha vende a sua divida, com toda a tranquilidade, a uma taxa de cerca de 2% e a Espanha a pouco mais de 4%, não tenho dúvidas que a eleição do próximo Presidente da República é uma tarefa de enorme responsabilidade para os portugueses.
Os próximos cinco anos vão exigir muito de todos nós. Estão prometidos muitos sacrifícios. Mas tudo será mais fácil e valerá realmente a pena se formos capazes de dar um sinal muito claro, já no próximo dia 23, do caminho que pretendemos partilhar: se um caminho de rigor, verdade, credibilidade e competência, se um caminho de negligencia, de ilusão, de ausência de futuro…
Pelo que se percebe, o actual Governo já fez a sua opção. Cabe agora a última palavra, a verdadeira decisão…aos portugueses.
Paulo Ramalho
Vereador da Câmara Municipal da Maia
Conselheiro Nacional do PSD
20110118
presidenciais 2011 > ÚLTIMAS ACÇÕES DE CAMPANHA NO NORTE
quinta-feira, 20 DE JANEIRO DE 2011
9h30 > CONTACTO COM A POPULAÇÃO, PRAÇA DO MUNICÍPIO DA MAIA
21H00 > MEGA COMÍCIO, COLISEU DO PORTO
NÃO FALTES > Vem connosco acreditar em Portugal!
9h30 > CONTACTO COM A POPULAÇÃO, PRAÇA DO MUNICÍPIO DA MAIA
21H00 > MEGA COMÍCIO, COLISEU DO PORTO
NÃO FALTES > Vem connosco acreditar em Portugal!
20110111
convite > JANTAR COM CAVACO SILVA EM PAREDES
Cara/o companheira/o
O Professor CAVACO SILVA estará EM PAREDES no próximo sábado, dia 15 DE JANEIRO, pelas 20h00, num MEGA JANTAR, no PAVILHÃO ROTA DOS MÓVEIS.
O custo do jantar será de 10 euros por pessoa e as confirmações poderão ser enviadas por e-mail para nucleopsdasp@gmail.com ou por telefone para o número 936416786.
O teu apoio é muito importante para que o nosso candidato seja reeleito à primeira volta.
Vem connosco acreditar em Portugal!
O Presidente da CPS do núcleo PSD > ÁGUAS SANTAS / PEDROUÇOS
Manuel António Ferreira
O Professor CAVACO SILVA estará EM PAREDES no próximo sábado, dia 15 DE JANEIRO, pelas 20h00, num MEGA JANTAR, no PAVILHÃO ROTA DOS MÓVEIS.
O custo do jantar será de 10 euros por pessoa e as confirmações poderão ser enviadas por e-mail para nucleopsdasp@gmail.com ou por telefone para o número 936416786.
O teu apoio é muito importante para que o nosso candidato seja reeleito à primeira volta.
Vem connosco acreditar em Portugal!
O Presidente da CPS do núcleo PSD > ÁGUAS SANTAS / PEDROUÇOS
Manuel António Ferreira
20110110
20101218
20101206
opinião > PAULO RAMALHO
SERÁ PORTUGAL CAPAZ
DE SE SUSTENTAR A SI PRÓPRIO?
DE SE SUSTENTAR A SI PRÓPRIO?
A realidade económica e financeira do Portugal actual está mais que diagnosticada. Expressões como défice, dívida pública, endividamento externo, crise, recessão e desemprego fazem já parte das conversas quotidianas dos portugueses.
A questão que agora importa saber é se estamos perante uma fatalidade do destino ou perante uma realidade meramente conjuntural. É que todos já percebemos que a crise internacional está a levantar e que Portugal vai continuar em crise.
Por outro lado, o desequilíbrio das nossas contas públicas tem sido uma constante na nossa história. Com raras excepções, sempre gastamos mais do que podíamos e devíamos. Salazar, em 1928, chamava-lhe mesmo “deficit crónico” e qualificava-o de “venerando monumento nacional”…
Portugal, por si só, nunca foi um exemplo de auto- sustentabilidade. Nunca fomos capazes de viver exclusivamente da riqueza produzida dentro do nosso próprio território. No passado beneficiamos das especiarias das Indias, do ouro do Brasil, dos recursos das ex-colónias e, mais recentemente, das ajudas da então Comunidade Económica Europeia, hoje, União Europeia.
Daí que um dos maiores desafios que se coloca a Portugal, é o de ser ou não capaz de inverter esta realidade, de se afirmar como um país capaz de se sustentar a si próprio.
Ao contrário do muito que se apregoou, a actual crise financeira e económica que Portugal vive não é apenas consequência da crise internacional e da especulação dos mercados internacionais, mas radica essencialmente em questões simples e de ordem estrutural. Por um lado, a economia portuguesa não é competitiva, sofre de um problema grave de produtividade (30% abaixo da média da União Europeia) e não se adaptou às novas dinâmicas da globalização. E por outro, a máquina do Estado não é eficiente nem racional na administração da despesa, gastando sucessivamente valores superiores às receitas de que dispõe.
E no meio de tudo isto, o nível de vida da grande maioria dos portugueses está cada vez mais distante do nível de vida dos seus congéneres europeus.
Futuro
É claro que acreditamos num futuro diferente para Portugal, que consiga criar riqueza suficiente para se desenvolver de forma sustentada. Mas tal implicará necessariamente uma nova atitude, uma nova ambição e um novo caminho.
Por muito que procuremos, a solução para o nosso país estará sempre na competitividade da nossa economia e, designadamente das nossas empresas. Mas nem a nossa população vai aumentar substancialmente nem os nossos limites territoriais vão deixar de ser os que conhecemos hoje. Pelo que um modelo de desenvolvimento preferencialmente assente no mercado interno nada acrescentará. Daí que a competitividade das nossas empresas terá que se afirmar no plano externo, pela via de uma aposta forte na internacionalização, em busca de novos mercados.
Só o aumento das exportações trará verdadeiramente crescimento económico. Pelo que o modelo que defendemos terá que assentar na promoção da produção de bens transaccionáveis, ou seja, que possam ser vendidos no mercado internacional.
Mas Portugal, e em particular as suas empresas, terá que fazer um investimento muito importante na qualificação dos seus recursos humanos, bem como na organização e planeamento do trabalho. Para além de uma aposta decisiva na investigação e na inovação. Sendo que a uma pequena economia, como a portuguesa, será sempre exigido qualidade e excelência.
Por outro lado, não podemos continuar a ter um Estado que, como dizia Marques Mendes, “gasta mais do que deve e consome mais do que os portugueses lhe podem dar”. Um Estado claramente ineficiente e gastador, e possivelmente, demasiado grande.
Pelo que o desafio passa também por uma reforma séria do Estado, por forma a que ele se concentre nas tarefas que só ele pode realizar e seja capaz de as desenvolver com eficiência e qualidade, respondendo com autoridade e em tempo oportuno às solicitações que lhe são colocadas.
O Estado deve naturalmente privilegiar a sua função de regulador e de fiscalizador. Mas deve também ser mais eficaz na sua tarefa de redistribuidor da riqueza de forma equitativa e justa, orientada por uma vontade clara de combate às desigualdades sociais e territoriais, procurando proporcionar as mesmas oportunidades a todos os portugueses.
Aliada à reforma do Estado, está naturalmente a reforma da Administração Pública, que tem de ser mais eficiente na sua acção e menos burocrática, o que permitirá desde logo ganhos de eficácia e transparência. Sendo que para tal, precisamos de recursos humanos mais qualificados e de uma nova organização, que elimine serviços inúteis ou com funções sobrepostas.
Desta forma, aliviar-se-á a carga fiscal sobre os cidadãos e sobre as empresas e o Estado será, finalmente, um parceiro efectivo na promoção do empreendedorismo e da criação de riqueza.
E só assim, estamos em crer, poderá Portugal vencer o desafio da sua plena sobrevivência, ou seja… da capacidade de se sustentar a si próprio e aos seus.
Paulo Ramalho
Conselheiro Nacional do PSD
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